Por: Jourdain, Marie-Sophie Fryns, Pauline dirigido por: Dumas, Rafaele Demoulin, Stéfanie

Esta tese completa o trabalho previamente feito na desumanização, articulando este processo com os conceitos de atribuições causais e a sensação de culpa no caso de uma ofensa criminal. Mais especificamente, é uma abordagem experimental que tentou medir: (1) a propensão dos cidadãos lambda para desumanizar as pessoas que cometeram uma ofensa; (2) a tendência desses indivíduos para se identificar com essas pessoas desviantes; (3) A maneira pela qual as características de uma ofensa podem preferentemente alocar causas internas (específicas ao seu autor) ou externas (devido à situação) para explicar este ato, bem como para dar um sentimento de culpa ao seu autor; (4) A ligação entre desumanização e atribuições causais e sensação de culpa. Para fazer isso, percebemos dois estudos aparecendo como um plano inter-sujeito em condições de 2×2. O primeiro foi o tipo de ataque (pessoa ou objeto) e a gravidade da ofensa (maior ou menor). O segundo variado dependendo do tipo de infracção e da motivação da ofensa (no interesse ou no interesse dos outros). Com base nesses dois questionários, cada uma completada por 80 alunos de UCL (Bélgica), chegamos a esses resultados significativos: (1) Quanto mais nós desumanizamos o autor, menos nos identificamos com ele; (2) Quanto mais desumanizado, menos atribuído a ofensa a circunstâncias situacionais; (3) uma ofensa em uma pessoa leva a uma taxa maior de desumanização; (4) uma grande ofensa leva a atribuições mais internas; (5) Um ataque a uma pessoa leva a menos que os poderes externos; (6) Quanto mais nos identificamos com a pessoa desviante, mais ele recebe uma sensação de culpa e mais justificamos seu comportamento por causas situacionais; (7) Uma ofensa cometida numa finalidade altruísta leva à justificação desse comportamento pelas características pessoais de seu autor. Nossos resultados, significativos e não significativos, são discutidos à luz do duelo da desumanização do Haslam (2006), os vários modelos das atribuições causais de Kelley (1967, 1972) e Jones & Davis (1965), a teoria da atribuição do sentimento de culpa de Gudjonsson (1984), bem como os limites psicométricos de nossos estudos.

  • metadados
iv xmlns: marc = “http://www.loc.gov/MARC21/slim” xmlns: php = “http://php.net/xsl

Tipo de acesso : Acesso proibido
: 2015
palavras : psicologia social, crime, desumanização, atribuições causais inglês
faculdade : facult é de psicologia e ciências da educação mestre em ciências psicológicas
declaração de acesso : A disseminação desta tese não é permitida pela instituição

Leave a comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *