introdução

1 Este artigo propõe uma abordagem particular aos centros comerciais do conceito de imersão consumista. Através do estudo dos processos imersivos relacionados ao ambiente espacial, essa perspectiva permite abordar a imersão dos consumidores como uma tentativa global de recolher, específica para a sociedade do consumidor – este fenômeno respondendo à racionalização dos diferentes aspectos da existência humana.

2Spirante das notas desenvolvidas pela teoria crítica (Demirovic, 1999), a sociologia interativa da pesquisa de Goffman (1991) ou Mediologia (Debray, 1991, 2000) aqui apresentada é parte de uma abordagem de comunicação e polissiaria para consumo.

3 como teoria, a imersão – “Teoria geral do ser em conjunto” (SloterDijk, 2006, p.16) – evoca uma pausa, uma transformação temporária ou irreversível, uma renúncia de um certo estado para se render para aquele oferecido pelo contexto. Isso necessariamente coloca na presença de várias entidades: um corpo imerso, sensível, pensante e percebido (o consumidor); um mediador, material ou interface virtual (espaços comerciais); e um quadro, um ambiente, um contexto social, físico, espiritual e / ou cognitivo (o sistema consumista). Os shopping centers, exercem uma ação imersiva mediada, por diferentes meios, sobre os indivíduos que se movem lá. Essas mediações participam de comunicação auto-deferencial do sistema de consumo, provocando uma série de expressões de identidade.

  • 1 para Luhmann, qualquer sistema social ser composto de comunicação, a diferenciação entre sub-s (…)

4de por este A natureza autoriferencial, será necessária para apreender certos elementos socio-normativos, constitutivos da sociedade do consumidor. A imersão consumista resultará no estabelecimento de práticas ritualizadas, com o exemplo dos saldos. Além disso, excedendo o quadro limitado de espaços mercantis, a imersão consumista deve ser apreendida como fenômeno dedicado1.

5a dedifferenciação – correspondente à convergência em torno de uma semântica consumista – que por sua vez despertará a interrogação real em torno da possibilidade de saída.

  • 2 uma primeira pesquisa, datada de 2006, foi complementada por observações de campo e análises (…)

6L ‘artigo apresentado aqui baseia-se nos resultados de uma pesquisa baseada na observação baseada em dois principais centros comerciais da Bélgica, cidade 2 (Bruxelas) e Les Grandes (Mons) 2.

Racionalização, Padronização e Desenvolvimento

  • 3 Duvignaud chama “matriz of existência” um processo ligado a um território humano e social dessa maneira (…)

7s o Os centros comerciais têm testemunho de uma “matriz de existência” pelo intermediário visível de dispositivos imersivos3, eles também atestam um processo de racionalização relacionado aos imperativos de lucratividade. Um dos sintomas societais decorrentes desse processo foi descrito por Ritzer (2002) sob o termo “McDonaldization”, concebido como uma extensão e generalização de taylorismo e fordismo, com características: a eficácia, quantificação (e sua negligência corolária, qualitativa), A previsibilidade (um grande Mac sempre igual a si mesmo) e controle (um controle cada vez mais segurado por tecnologias não humanas – as câmeras de vigilância – em detrimento das tecnologias humanas – capataz). Além disso, para as águas (2002), a McDonaldisation sugere “uma reordenação de consumo, bem como a produção, uma racionalização de uma vez que as práticas informais e domésticas, empurrando o mundo para uma maior conformidade” (p.214). Bryman (2002) usa um conceito semelhante: a “Disney” da empresa, nomeadamente “o processo pelo qual os princípios dos parques de diversões da Disney vêm dominar mais e mais setores da sociedade americana, bem como o resto do mundo” (p .52).

8This racionalizar a tendência anda de mãos dadas com uma crescente padronização de produtos de consumo, levando a um painel de marca pequeno e universalmente disponível. Uma clonagem da oferta mercante, que amplifica através da onipresença de sinais internacionais e do sistema de franquia, provavelmente, para desacabiliar os consumidores. Ritzer (2002, pp. 166) elabora uma primeira avaliação: “Nenhuma característica de racionalização não é mais inamical ao encantamento de que a previsibilidade” também “, o processo de racionalização leva, por definição, para o desencanto de eventos em que um ocorre “.

9in sua análise dos efeitos da padronização em indivíduos, Horkheimer e Adorno (2001, p. 251) consideram a opinião de que o nivelamento e a padronização do homem são acompanhados por uma elevação de sua individualidade como uma errada e constituindo em si uma peça de ideologia. Ritzer na mesma observação, percebendo a ironia dessas cadeias de lojas que oferecem uniformidade e previsibilidade e estimando o poder paralelo para oferecer individualidade: “coisas excêntricas e idiossincrasicas enchem as prateleiras de lojas de massa, mas elas desvalorizadas por essa mesma acessibilidade” (2002, p .164).

Neste contexto da mesmice do conteúdo mínimo e outro o contêiner, os dispositivos imersivos são convidados a capturar o entusiasmo na fabricação de forma simbolicamente e sensoriamente um ambiente específico. Essa evolução reflete o caminho de uma situação neutra de racionalização do mercado para a necessidade de reenchimento do consumo, envolvendo uma recentração no consumidor, mais do que no produto – um consumidor para a dor no sentido de uma criatura do desejo, em vez de uma criatura da necessidade ( Bachelard, 1985).

11conering O aspecto motivacional, será uma questão de promover uma “suspensão de descrença” no consumidor (Boutau, 2004), apostas na colaboração dos últimos com os dispositivos imersivos implementados. Pois embora seja “difícil imaginar a produção em massa de magia, fantasia e sonhos” (Ritzer, 2002, 167), há uma expectativa real relativa à reintrodução da magia e da mágica nas práticas diárias de consumo. Luhmann (2000, pp. 429-30) sublinha, a este respeito, que não pode haver uma questão de racionalidade em um sistema autorrencial como o da sociedade do consumidor apenas a partir do momento em que reage às flutuações da sociedade.

12Ausi O processo de reconhece totalmente o imperativo da racionalidade acima. Um processo que será acompanhado por um esforço de cooperação coletiva alimentado por dispositivos imersivos propícios para incentivar os consumidores e assegurar o comerciante dos convidados da diversão e da estética. Encarnação de idéias em dispositivos materiais baseados em particular a abordagem mediológica de DeBray (1991, 2000), segundo a qual uma cultura ou ideologia não pode se espalhar sem autoridades mediáticas. A sustentabilidade das idéias e crenças reside em relés de mídia de transmissão. A este respeito, é necessário distinguir por um lado a matéria organizada, o organismo técnico, as ferramentas de difusão e, por outro lado, a organização materializada, o corpo político, as organizações, as línguas, os rituais.

14Conformados Os centros comerciais tornam-se “mídia” e podem ser apreendidos como vetores organizados da imersão consumista, tanto a matéria organizada (pela espessura e a concretude que dão à ideologia consumista) e organização materializada (como lugares de interações mediadas e comunicações). O ambiente estruturado é a mídia e a mensagem, respondendo a um objetivo de captura do consumidor.

15 O conceito de “quadros”, operado por Goffman (1991), também oferece uma leitura sociológica dessa determinação estrutural imanente. O contexto interacional atua em comportamentos sociais, que concordam com os executivos definidos pela situação. As transformações de quadro podem atender, que as partes envolvidas são conscientes ou não. A Goffman enfatiza, no entanto, que a sensibilidade dos participantes para interações permanece real.

Sistemas de imersão consumerista

16 A noção de “imersão” refere-se a ambas as ações (para imergir) e o resultado de esta acção. Envolve a ideia de uma absorção de uma entidade por outra, uma interação sistêmica entre todas e partes. Uma imersão assume pelo menos a presença de três entidades: um sujeito imerso, uma interface do mediador e um referente imersivo, um mundo em que o assunto é introduzido.

17des durante a imersão de uma entidade em um ambiente apresenta dois caracteres inseparáveis:

  • imersão sistêmica. O indivíduo e seu ambiente formam um sistema caracterizado por reciprocidade e troca contínua e cujos elementos não podem ser definidos separadamente. Há co-construção de um significado e troca cultural.

  • uma imersão determinística. A percepção e o comportamento do indivíduo são afetados pelos efeitos da imersão. Para retomar os termos de Fischer (1990, 235), “a razão ao espaço nunca é neutra”.

18d após Fischer (1990, p.229), “A percepção do espaço é desempenhada em vários níveis: cognitivo, normativo e emocional, que são inseparáveis e que constituem uma maneira privilegiada de ler o meio ambiente que nos rodeia”.

19nous aqui recuperar o sistema sistêmico O design defendido por Debray e os mediologistas, segundo os quais uma determinada cultura ou ideologia não pode ser comunicada ou espalhada sem relés de transmissão. A dinâmica de “ação de ideias na história” é procurar por mídia de propagação. Além disso, esses dispositivos veicular não são dados pela experiência sensível, mas convocam uma operação de análise intelectual.

  • 4 laza latino, denotando uma pausa no espaço ou no tempo.
  • 5 Turner usa o termo latim comunitas em oposição à comunidade, mais estruturados e reg (…)

20 como as águas (2002), o capitalismo Transforma as pessoas em consumidores, mudando a imagem de si mesmas, suas necessidades de estruturas, em uma direção que atende ao imperativo capitalista da acumulação. Os dispositivos imersivos deverão, portanto, consertar os consumidores em uma intervenção, apagando os marcadores espaciais exógenos o tempo da visita ao shopping. O indivíduo se junta a outros consumidores em um conjunto intersubjetivo específico para um espaço (o centro comercial) e uma temporalidade (o momento da visita). Dispositivos e consumidores imersos, assim, construam o ambiente liminar4 e contribuem para o resultado final da imersão. Este conjunto de consumidores submersos é uma comunica específica no sentido de que Turner é usado (1969) 5; Uma comunidade onde o aspecto característico das relações com outros membros é definido entre outros por homogeneidade, igualdade e anonimato (Rossbach, 1999, p.6).

21 A vedação espacial-temporal de espaços de consumo e transmutação em locais de lazer pela necessidade de receitas transformou o ato de compra em uma experiência do consumidor. Cova e Caru (2003) acrescentam que não é mais uma questão para os consumidores encontrarem produtos acabados, mas mergulham em experiências de consumo.

  • 6 http://www.city2.be
  • 7 A galeria é o lar de 75 lojas (agência de viagens, quadrinhos e livraria, Aparelhos, Ha (…)

22 Nós aqui escolhemos confrontar essas diferentes teorias com a análise de dois centros comerciais localizados na Bélgica: City 2 em Bruxelas e Grands Pres em Mons . Espaços comerciais especialmente escolhidos por suas diferenças em situação: cidade 2 está localizada no centro da cidade de Bruxelas e tem acesso direto ao metrô de Bruxelas e D> um estacionamento (por uma taxa) de cerca de 450 assentos6. O shopping de Grands Pres ocupa uma área de quarenta e cinco mil metros quadrados na periferia distribuída entre um hipermercado e uma galeria comercial7. O complexo tem cerca de 2600 vagas de estacionamento.

23 Observação dessas duas terras levou a Três tipos de processos imersivos que participam do processo de recolhimento acima mencionado: Condicionamento Cultural, Dispositivos do Sensor IELS e rituais de campo.

Condicionamento cultural como pré-imersão

24 condicionamento cultural ouvimos os sinais, mensagens, estímulos que incentivam e preparam a imersão in situ. Um dispositivo preferindo, entre outras coisas, provocando lógicas ou co-branding onde, ao lado dos comerciantes mercantes, muitas atrações, restaurantes, hotéis, áreas de jogo, capelas de casamento ou escolas são destacadas. Esta promessa de múltipla oferta cultural enriquece a experiência imersiva; O centro comercial só responde ao desejo de comprar, mas também ao desejo de saber, aprender e aprender (Rieunier e Volle, 2002). A imersão excede o contexto das compras para responder ao desejo de uma transfiguração geral.

25des Durante a inserção dos centros comerciais em um determinado contexto geográfico-social constitui um primeiro meio de embalagem. Em nossa primeira terra, a cidade 2 está localizada no final da mais importante artéria comercial da Bélgica: Rue Neuve em Bruxelas. Um shopping center adjacente a distritos de negócios e também com acesso subterrâneo ao transporte público de Bruxelas. Na verdade, não “espaço de transição” no sentido goffénico do termo, o local de consumo e lazer é imbutting e confusão com espaços de trabalho para obras e produção.

26o Mall de Grands Meadows é, como para ele, localizado Nos arredores da cidade de Mons, cercado por vários complexos temáticos, uma frota de exposição (Mons Expo), um parque de ciências (inicial), um complexo cinematográfico (Imagix).A estratégia está aqui para dar uma identidade comum a esses diferentes lugares. Se um link com o centro da cidade for mantido, o espaço e o tempo de consumo estão aqui bem delimitados, marcando um contraste com a cidade e o local de trabalho. A jornada entre o centro e a cidade toma aqui aspectos de “parênteses espaciais-temporais”, precedendo a transformação dos executivos sociais.

  • 8 no sentido de gesamtkunstwerk, “Total de arte”, que é caracterizada pelo uso simultâneo de diff (…)

27l A iniciação para a estética organizacional do shopping center também ocorrerá através de publicidade institucional, folhetos de apresentação, sites e uma maior presença nas redes sociais. Esses dispositivos pretendem o hábito do consumidor, continuamente, à promessa de uma experiência total8 – o centro comercial como um mundo, auto-suficiente, em que o visitante é convidado a mergulhar e consumir. Como afirmado por Bolz (2002, 116): “Centros de recreação urbana são artigos de consumo total. Comprando, comendo, se divertindo. Eles justificam o mundo como fenômeno estético”.

identidade sensorial

Conceito de identidade sensorial articula a dimensão necessariamente holística de qualquer imersão consumista. A maneira pela qual o visitante do consumidor aborda o ambiente comercial é acompanhado por uma série de dispositivos imersivos, de mídia polissensoral. Além disso, não vamos lidar com “marketing sensorial”, mas “de identidade sensorial” porque, além dos objetivos de vendas, é uma questão de imprimir a estrutura comercial no imaginário do público – incluindo os dois consumidores que funcionários ou meros passeantes. Em 1999, o Ritzer introduziu o conceito de varejo para designar o uso de uma atmosfera, emoção, som e atividade para incentivar os consumidores a se importarem nas mercadorias. Através do varejo, o indivíduo imerso identifica para um universo axiológico coerente – despertado, nisso, uma perda de marcos.

29A A continuação do Hall (1971), que enfatizou o papel desempenhado pelos receptores sensoriais em A percepção da realidade e na construção de “mundos perceptivos”, distinguiremos os “receptores de distância” – as instruções visual, sonoras e olfativas – “receptores imediatos”, como o significado tocante e o gosto..

Fatores visuais

30 Os fatores visuais são estímulos dominantes. O edifício da cidade 2 está derretendo no ambiente arquitetônico contíguo e é caracterizado por uma aparência “porosa” feita de uma infinidade de rotas de entrada e saída, aparecendo como a extensão direta do pedestre da artéria comercial. Esta arquitetura semi-aberta, no entanto, adivinha o interior do complexo, a transparência das vitrines confusas com a opacidade dos espelhos e paredes, todas formando uma montagem de perturbação combinando centration e decressão. Arquitetura desempenha um papel de liderança na estratégia de negócios, conforme indicado pelo site da cidade 2:

  • 9 http://www.city2.be /en/un-peu-d-history.html?idc=18 & ID = 24

” cidade 2 drena uma audiência leal por mais de 30 anos. Um sucesso que é explicado, entre outras coisas, por uma arquitetura amigável, uma atmosfera luminosa graças aos dois telhados de vidro inundando o centro da luz do dia, e uma atmosfera doce e agradável independentemente do climate9 “.

31 Esta sociedade também é encontrada no layout interior: uma estrutura em vários níveis em torno dos espaços de restauração, e um corredores de contenção reduzindo a visibilidade de visibilidade e espaço pessoal.

32les Grandes, estamos testemunhando um arranjo mais cloisonné. Entradas limitadas, pontos de venda que não possuem acesso ao exterior, o complexo é fechado em si. A arquitetura interna é retilínea e longiligne, desenhando um “curso do bom consumidor”. O alinhamento uniforme dos pontos de venda e o uso da mesma faixa cromática para os sinais dão uma impressão de agendamento quase-militar.

  • 10 www.lesgrandspres.be/index.php? Page = Histórico

“Constitui um centro arquitectónico único, misturando a pedra com estruturas de aço e vidro que estranhamente lembra alguns edifícios históricos do centro da cidade de Montois. O complexo é fornecido com ar condicionado e atenção especial foi pago quanto à casa reservada para a nossa clientela em termos de limpeza e segurança10 “.

33si ambos os centros têm telhados transparentes, a gestão de luz instala uma cenografia “integrativa”, fora do tempo, o jogo do viés de luzes os marcadores temporais. Esta instrumentalização do brilho participa de um envolvimento “protetor”, colocando o consumidor longe do mau tempo. Se são clarabóias naturais em um ambiente dominante artificial na cidade 2 ou um telhado de vidro no caso de grandes prados, o tempo é domesticado e torna-se maleável com estratégias imersivas. “Na profundidade da natureza espacial, o shopping responde com um vácuo leve, evocando a faixa sem fim de Möbius” (Verdú, 2000, p.6).

Os fatores de som

34 A Soundress destina-se a criar uma atmosfera amigável propício acima de tudo ao ato de compra. Para atrair e reter visitantes, a música concordará com o público-alvo, mas também para os itens propostos. Esse fator não parece realmente tido em conta nos lugares estudados, onde uma cacofonia reina entre as faixas sonoras dos diferentes pontos de venda e o ambiente musical do centro comercial audível nos corredores. Além disso, a música não constitui uma condição intrínseca para a imersão. Os sons naturais da multidão, o som dos registros de caixa, os alarmes dos gantries de segurança permanecem quantos elementos participam do enquadramento do processo imersivo.

As mensagens olfactórias

35associadas com memórias, emoções, contextos, mensagens olfativas também intervêm como dispositivos imersivos dentro do processo interpretativo invocado pelos espaços do comerciante. “Em muitos dos nossos pontos de venda, difundimos o cheiro de cedro fora da loja, as pessoas que passam no centro comercial são, portanto, atraídas primeiro pelo cheiro, então pela oferta geral” indica Françoise Vernet, ex-diretor de marketing da natureza.& Descobertas, cadeia pioneira na França no desenvolvimento de uma “pegada olfativa” (Rieunier, 2004).

36Comme Sinal de disparo, a mensagem olfativa representa precisamente o que PEIRECE nomeia um intérprete de comunicação. Para Peirce (1906, citado por Marty, 1990, p.75) “Qualquer sinal é comunicação; nele emissor e intérprete se fundem”. O intérprete de comunicação sugere que “o emissor e o intérprete devem ser derretidos para a comunicação podem ocorrer”.

  • 11 vamos evocar aqui o perfume “abeto”, transmitir no final Do ano.
  • 12 www.lesgrandspres.be/index.php? página = histórico

37in a terra estudada, enquanto este fator permanece inexplorado no caso da cidade 2 o tempo de observação, o centro dos Grands Meadows adapta sua identidade olfativa de acordo com os períodos do ano; Perfumes artificiais ajudando a trazer uma espessura adicional para a experiência do consumidor e dar a concretização sensorial a um conceito de comerciante11. “Os difusores de perfume e um conjunto revolucionário de luz tornam possível modular a atmosfera e a atmosfera geral de acordo com as estações de estações12”.

receptores imediatos: tocar o toque e o sabor.

38 O toque serve como uma foto vector pela textura dos materiais circundantes. Tocando, palpando, tentando, interagindo com os produtos é uma parte primordial da experiência de entretenimento, “forragem consumista”. O shopping, no entanto, é menos acessível pelos receptores imediatos, eles se aplicam principalmente aos pontos de venda e dos produtos, os espaços comerciais que servem mais “meta-contêiner” para cercar este universo sensorial particular.

39 desejo gustático – Um dos senso original do consumo – é preenchido pelas áreas de restauração nos átrios característicos, oferecendo a pletora dos pratos. Este é o caso da snackcity reunindo os muitos locais de catering na cidade 2: um local de consumo integrado de nutrientes em consumo distrativo. Os parênteses (sabor) oferecidos por esses lugares de trégua estendem o processo de consumo por uma abymim da experiência imersiva – sem fome ou fim real.

Rituais imersivos ou rituais de campo

40 O consumeristimerist Imersão implica estratégias de transmissão, extensão ao longo do tempo, e mais apenas no espaço, que mantêm a memória e atuam como uma função reconstruída e reconstruída do público (reunindo membros espalhados da comunidade do consumidor). A emissão de cartões de fidelidade ou assinaturas, ou boletins informativos participam desta lógica. Desta forma, a transmissão cultural é feita pelos próprios consumidores, as melhores operadoras de bandeira do sistema consumista.

Eventos e animações

41in O encenamento da vida diária, Goffman (1973) indicou que muitos eventos constituem rituais de campo e mais precisamente ritos de ‘manutenção:

“Parece que a força de um link é lentamente deteriorada se nada for feito para celebrar e revigorar o tempo no tempo. Assim, as cerimônias coletivamente fixadas são de Natal e o ano novo tem a função de lembrar a necessidade de várias expressões confirmatórias e nos dar um pretexto para realizá-los “.

42in o contexto da imersão consumista, as várias celebrações e animações são não mais contente para estruturar a temporalidade comercial; Eles reconfiguram a temporalidade social em si, sublimando o ato de compra.

  • 13 www.lesgrandspres.be/index.php? Page = Histórico

“Para fazer tudo prazer e festas, animações originais são programadas regularmente” anuncia os Discos Grands Pres. Estamos testemunhando uma integração de eventos sociais (Dia dos Namorados, Natal, Carnaval, etc …) Na vida do centro, apresentando este um lugar de encantamento perpétuo, como notavelmente recordado pelo slogan “Felicidade é grande prados”.

43 As animações também pontuam a temporalidade da cidade 2, embora os temas destes sejam mais diversificados, misturando os eventos “internos” (fundições , pontos de venda, sessões de dedicação …) para eventos sociais (vendas, férias nacionais, ano novo …).

Sites e páginas do Facebook

44pignier e Drouillat (2008) estudaram a presença de elementos polissenses nos sites. Este último explorou as possibilidades multimídia do apoio, afirmar a identidade de uma marca ou um produto e aderir aos consumidores. Isso pode assumir a forma de estímulos visuais (a identidade visual de uma marca ou uma organização) e som (a identidade de som ou uma chamada de humor chamada), mas também kinesic, incentivando o usuário a se aproximar da tela ou para se aproximar afastado e até olfactantes, pela difusão de perfumes, embora esta última forma ainda esteja em um estágio experimental. “A produção de significado pelos sentidos”, em outras palavras, os efeitos desses estímulos sensoriais, enfatizam os autores, dependerão das representações culturais e dos significados compartilhados dentro de uma determinada comunidade.

“Em vez de dar ao objetivo de satisfazer um certo ego solitário do receptor, o anunciante pode ter a ambição legítima e nobre para construir uma comunidade Declaração de produtores de link, permitindo ao usuário da Internet, através do compartilhamento de informações por meio de pensamentos sensíveis, para viver não em si mesmo, mas com o outro, para mudar sua identidade social (cantor e drouillat, 2008, p. 13) “.

45the polysensloit do site, que é diretamente semelhante à comercialização sensorial dos pontos de venda, no entanto, no geral, os sites dos nossos centros comerciais , visualmente dominante. Os dispositivos de conteúdo e comunicação que oferecem, sites e páginas do Facebook só podem ser incluídos nas categorias “embalagens culturais” e “transmissões imersivas”. Apareceram casos estudados que estes foram mais orientados para a segunda categoria, esta transmissão desempenhando tanto por uma extensão do tempo do regenamento quanto por uma integração de consumidores em uma comunidade social.

  • 14 uma análise feita para o período de julho de 2011 a fevereiro de 2012.
  • 15 Os 15 álbuns na página do Facebook e os álbuns no site são essencialmente consistindo de (…)
  • 16 nos 14 posts na página do Facebook, entre julho de 2011 e fevereiro de 2012, apenas o de novo (…)

47 Como indica uma análise temática das publicações e conteúdos das páginas e sites do Facebook dos dois centros14, muito perto de seu conteúdo, a página do Facebook e o site da Grands Pres mostram quase exclusivamente informações sobre eventos e animações. Além disso, a “transmissão imersiva” ocorre principalmente pelas fotos15 desses eventos, apresentada ao mesmo tempo nos álbuns do Facebook e no site. De fato, ao contrário da cidade 2, as interações com os consumidores são bastante raras16. O site também oferece um link para a página do Facebook e um registro de boletim informativo.

  • 17 Os 27 posts na página do Facebook têm, quase todos, coletados pelo menos um como. O post tendo o p (…)

48City 2 parece usar mais a página do Facebook e o site em uma ótica relacional. Além da disseminação das fotos dos eventos organizados, o centro também mantém conversas regulares com seus públicos, respondendo a perguntas, reagindo aos comentários e coletando mais reações17. Além disso, o site oferece possibilidades de permanecer em sua rede, por registro para um boletim informativo, o download de um aplicativo da cidade 2 para smartphones, ou a partilha de conteúdo em várias redes sociais.

49on assiste, portanto, mecanismos de manutenção da vínculo social diferente. Os Grands Pres se inscrevem em uma posição de proximidade com seus públicos, apresentando-os e pelo registro claro na identidade regional. O site destaca a cidade de Mons e os locais culturais próximos, apresentados como “parceiros”. Cidade 2 mais joga o cartão de conectividade, sendo o público mais móvel, mais distante e mais urbano. Estas são finalmente lógicas relacionais consistentes com o posicionamento de identidade dos dois centros.

50 A transmissão imersiva pode detectar pelo menos três níveis:

  • em um primeiro nível, pela introdução desses eventos, esses rituais de manutenção, revivendo o vínculo de consumidores com centros comerciais e posicionando-os como lugares de encantamento.

  • em um segundo nível, por uma extensão digital deste link, e a difusão das fotos dos eventos.

  • Para um terceiro nível, compartilhando experiências de consumidores pessoais, criando uma comunidade de experiência cujo pivô é o shopping. Em uma imersão física, vem implementar uma integração em uma determinada comunidade do centro.

venda

51Conformação para outros cultos, a sociedade do consumidor esportes suas celebrações premináveis e recorrentes: os saldos (Bayegert, 2011). Festividades únicas autenticamente consumistas, os saldos se encaixam nos espaços vazios do calendário e simbolizam a celebração do efêmero substituível; O baixo custo triunfo na raridade. Tendo excedendo o mero princípio do destocking, os dispositivos imersivos introduzidos pelos centros comerciais provocam um vinerude (um “premonitory regozinging”) constante. Boutau (2004) observa que os saldos contribuem para uma verdadeira dramaturgia de consumo, criando uma tensão dinâmica, que se espera lucrativo:

“l homo economevo ( Os requisitos de objeto e satisfação) duplica o homo Ludens, ambos os saldos têm o poder de condensar as formas simbólicas do jogo descrito por Roger Caillois: O Agon, com a competição entre os clientes no mesmo setor, pelo mesmo artigo; o ALEA , com a parcela de sorte e chance de cair sobre o bom negócio; o mimetismo, já que os saldos representam um simulacro da vassoura, saque ou rampage organizado, onde mais inteligente puxar o pino do jogo; a ilinx, por causa do Dizzy criado pela compra e no local, entre excitação, agitação, deslumbrante “.

52rchefort (citado em Poy, 2004) Nota, bem como” Loja correntes perceberam que eles poderiam aproveitar os saldos, em vez de fazê-lo algo que serve. Houve uma recuperação de marketing indiscutível por uma determinada arte da encenação “. Estando eufórico através de dispositivos imersivos galvanizantes, que também se traduz com um momento de permissividade e contração das regras geralmente em vigor, com a abertura de muitos sinais aos domingos.

53A euforia dos saldos participa do regecionamento de consumo através de uma forma de auto-suficientes sincréticos. BRCKNER (1995, P.55) evoca “reconciliação” do quantificável com a maravilhosa, as luzes da produção de mercado romântico é Coloque o serviço de uma fada universal, o consumismo culmina em animismo de objetos “. Reclamamento pelos saldos é, portanto, um ritual social que pode ser comparado às celebrações do Ramadã, emprestada e outros mordidos, anti-dionísios da antiguidade, que poderiam estender mais de um mês.

o processo de “halloweenização”

54A reintrodução recente na Europa da antiga celebração celta do Halloween, mostrado pela conquista de raios supermercados por um simbolismo até agora reservado para o folclore norte-americano, traz uma ilustração concreta de um ritual de manutenção no GoffManian, e o grau de cooperação (ou maleabilidade) dos consumidores.Um processo de dependência também impulsionado pela imersão da categoria de consumidores particularmente influente: crianças.

55us O termo “halloweenização” entendemos a reinterpretação consumista de qualquer festividade religiosa, sincrética ou secular. De fato, como sintomaticamente ilustrado o exemplo do Halloween, a revitalização mercantil de um costume existente, estrangeira ou desaparecido agora afeta todas as celebrações do calendário hoje.

56l’halloenização resulta em uma adaptação folclórica do recipiente (por exemplo: o centro comercial) acompanhado por uma imersão prematura de consumidores em um ambiente festivo específico (guirlandas e abetos desde o início de Novembro Chocolate Páscoa ovos em fevereiro). O motivo mercantil excede a comemoração festiva, que se tornou um pretexto para a assendência dos impulsos de compra dos indivíduos. Em outras palavras, a halloweenização simboliza um desvio do sagrado através de uma assessação mercantil. Além disso, consumindo tradições, a Sociedade do Consumidor foi rapidamente consumi-las. Podemos, portanto, imaginar o Eid Al-Fitr (a festa de quebra do jejum do Ramadã) ou o Eid-El-Kebir (o festival da ovelha) passa, eventualmente, pelo mesmo filtro distorcido (Bayegert, 2011) Uma vez reinterpretada, todas as festividades (religiosas, patrióticas ou mercantis) são mostradas em pé de igualdade, em uma espécie de sincretismo secularizado.

57in Seus escritos corsair (2009), Pasolini considerou que a religião só poderia sobreviver se “permanecesse um produto de consumo enorme e uma forma folclórica até explorável” (p.38). Finkielkraut (1987) também apontou que “nenhum valor transcendente deve ser capaz de conter ou mesmo condicionar a exploração da recreação e desenvolvimento do consumo” (p.162). Processo de assimilação cultual ou O.P.A Consumerist (Merge-aquisição) no divino, a halloweenização apresenta-se tanto disfarçado quanto a última possibilidade do sagrado. Também para Bruckner, “o consumo continua a ser uma religião degradada:” A crença na ressurreição infinita das coisas, incluindo o supermercado, forma a igreja e publicidade dos Evangelhos “(1995, 95). Uma metáfora também retomou Ritzer, evocando as” catedrais de consumo ” , um conceito destacando a “religiosidade, a” natureza “nocturna dessas novas provisões” (2002, 162).

A egressa impossível?

58s’mimmerger, é esquecido foi declarado acima, então uma imersão prolongada levaria a uma perda de si mesmo. Ao contrário da imersão, a noção de ecthers se evoca um retorno repentino à superfície, como indicado pelo exemplo de domingo, que, para muitos consumidores, geralmente representa um “dia não-dia. “sinônimo de melição e constitui um momento de egresso forçado. Em muitos países, a atividade de mercado é suspensa, as cortinas das lojas retidas. O consumidor é entregue a si mesmo, é” sentimento de insuficiente Ce “(Abraão, 1989, p. 70), vagando em ruas desertas sem animação. A liberação do recipiente mercantil está longe de significar uma emancipação consumista adequada. De fato, essa estrutura às vezes se funde com o ambiente da cidadina, como as passagens do montreal subterrâneo. Madio (Debray, 1991) é ainda mais poderoso que é esquecido e leva as formas opostas.

  • 18 Jung (2008, p. 300) evoca a noção de Weltanschauung em seus escritos: “Qualquer design do mond (…)

A sociedade do consumidor é, portanto, como um sistema social de debate: as práticas mercantis investiram gradualmente o espaço público para, em multa, para se espalhar completamente. Assim, “a dedicação do consumo geral de tendência pelo qual as formas. Consumo associado a Esferas institucionais diferentes entrelaçam e tornam-se gradualmente difíceis de serem distinguidas umas das outras. “(Bryman, p.54). Portanto, caracterizando-se por uma redefinição de qualquer comunicação dentro dela, a sociedade do consumidor é definida como uma empresa de comunicação governada por um prisma consumista dominante, o sistema operacional ordenou às relações sociais. Para Bolz,” se Falamos sobre o sistema de consumismo, isso implica que o consumo é auto-deferente e é autônomo Os centros comerciais nos oferecem a evidência fenomenológica “(2002, 117). Além disso, a imersão consumista interviva de maneira dedicada, os centros comerciais Não representa finamente apenas a encarnação visível e arquetípica deste weltschauung18 (design do mundo).

60in O sistema consumista dedicada, a possibilidade de uma saída parece quase zero.O Comerciante fechado ESPACE fechado transformado em Palácio de Cristal, para retomar a imagem forjada por Dostoevski (1864, citada em SloterDijk, 2006, p. 24) Referindo-se ao famoso edifício da Exposição Universal de 1851 em Londres. Em que Dostoevski acreditava Para perceber a própria essência da civilização ocidental.

61sloterDijk é inspirado no Palácio de Cristal para afirmar a existência de um “palácio de consumo” em escala global, permitindo assim contabilizar o clima de um sistema integral de Bens: “Esta gigantesca estufa de relaxamento é dedicada a uma adoração alegre e frenética de Baal, para a qual o século XX propôs o nome do consumismo”. (p.247) Assim, “O espaço interior do mundo da capital não é nem uma águora nem um pitère aberto, mas uma estufa que atraiu para dentro de tudo o que era de vez em frente” (25). Como resultado, a imersão consumista no trabalho em centros comerciais é apenas um significante arquetípico e isolado de uma dinâmica reinterpretativa holística, específica para o sistema de consumo:

  • 19 no SloterDijk (2006, 276-9) indivíduos com poder de compra suficiente são encontrados em (…)

o espaço interior do mundo do capital “deve ser entendido como uma expressão de topologia social, usada aqui para o poder da criação interior que atribui à mídia contemporânea de tráfego e comunicação: define o horizonte para as possibilidades de acesso, aberto pelo dinheiro, para os lugares, pessoas, bens e Dados – possibilidades que surgem, sem exceção, o fato de que a forma determinante de subjetividade, dentro do grande facilidade19, é definida pelo poder de compra (SloterDijk, 2006, p.283).

Conclusão

62 A noção de imersão difere de outras estratégias de comunicação pelo princípio de uma experiência transfigurativa experimentada pelos consumidores expostos a dispositivos imersivos. Seu posicionamento é na junção do recebimento dos sinais e feedback, no ponto de encontro entre o cultural e o indivíduo, “o elemento central da implicação sempre o indivíduo e não o produto” (Fischer, 1997, p. 385) . Além disso, o processo de essência intercultural, a imersão não é necessariamente participativo, pelo menos não requer uma participação consciente de indivíduos. A immissão dos dispositivos imersivos acima mencionada pode ser feita sem o conhecimento dos receptores, formando um substrato cognitivo expectivamente assimilável.

63 As obras de Baudrillard (1970), em particular, possibilitam apreender a sociedade do consumidor como uma descrição semântica não diferencial da civilização ocidental. Em vista do consumo de dedifferenciação, a imersão não é mais limitada no tempo ou no espaço, excedendo a topologia particular dos centros comerciais. Um fenômeno de dedifferenciação que leva a um contágio de experiência imersiva: a taxa de abertura, a imersão do consumidor leva a outras expectativas e atende a outras necessidades relacionadas à sublimação de uma falta. Espaços comerciais que serão semelhantes aos espaços de entretenimento e que integrarão precisamente ou o valor do uso de mercadorias permanece indiferente.

64Dewened Reenchantment Após o excesso de racionalidade, a imersão consumista é sintomática, como tentativa de tentar as deficiências dreamlighted de uma sociedade disruptiva. Bruckner evoca “a produção de mercadoria aposta a serviço de uma fada universal” (1995, 55). Da mesma forma, para Bolz: “O consumo incorpora a sociedade postmaterialista por meio da sedução. A oferta de mercado compartilhado consiste em uma regecção do mundo desencantado. E onde a magia ocorre que queremos ser Dupe” (2002). Nesta dinâmica de reconhecer, o consumo, portanto, responderia ao papel do atrator societal permanente.

65 dos dispositivos imersivos invocados para fechamento de auto-propósito, os centros comerciais ilustram como os principais arquétipos do sistema consumista dedicada. Centros comerciais que promovem um estado de imanência em que o indivíduo estaria completamente alinhado com suas aspirações do consumidor: “Trabalhar é o lado prosaico da existência, consumindo o lado potencialmente poético ou simbólico” ainda sugere Vicente Verdú (2000, p. 5). Consumir para reconcanchar, reintroduzir mágico e sagrado.

66hormis A “sensação de insuficiência” (Abraão, 1989) mencionada no contexto de uma saída restrita, a possibilidade de uma saída assumida e consciente como uma questão e exige que levem em conta posturas subversivas enfrentadas com Dispositivos imersivos, ou mesmo dissidente afirmou contra a ideologia mercantil mencionada – um cancelamento de fora dos rituais de campo do consumidor, como a iniciação dos movimentos sociopolíticos “resistência” (Roux, 2007), tanto no nível funcional quanto a existência, do Preocupação com as contínuas das marcas e a grande distribuição à rejeição de todos os dispositivos persuasivos e de incentivo ao consumo, as modalidades de anticumor alternativo são gradualmente necessárias no espaço público. Esta abertura de fenômeno em um campo complementar de pesquisa já foi apreendida, tanto do ângulo dos sistemas de representações peculiares a esses movimentos do que em uma perspectiva antropológica, onde uma presa em particular a noção de um zeitgeísta do declínio. (Robert-Demontond, 2010), sugerindo uma dissonância ao sistema de recuperação de consumo.

67 Outro campo possível de investigação diz respeito à coabitação sensível entre os ecstitivos pontuais e a possibilidade de uma imersão consciente, garantida livremente, a reconciliação de condenações críticas e comportamentos consumistas. Assim, entre a imersão sofrida pelos dispositivos mencionados neste artigo e as diferentes estratégias eminentes que sugerem uma desconfiança, ou até mesmo uma pausa com a auto-alimentação consumista, é sobre a natureza colaboradora do consumidor como adjuvante ao sistema que a reflexão pode ser prolongado. Um consumidor, ativamente “dócil” neste contexto interacional; Pronto para justificar seu comportamento para reduzir as dissonâncias que podem violar a dinâmica do regenamento.

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