Introdução

1Rien não substituirá a pedagogia. Este postulado que François Villemonteix nos apoiou, sem dúvida porque temos um e o outro começou como professores na escola primária. Também marca a postura de um pesquisador, seja para investigar práticas de classe entre e fazer, para atualizar e questionar a tomada de decisões, adotar e promover abordagens de pesquisa participativas. Onde os praticantes de classe e seus alunos têm “sua opinião” na co-produção de conhecimento. Vou resolver essas questões neste testemunho.

2françois Villemonteix (2016) publicou um capítulo em um livro que co-dirigido e vou voltar a ele. Esta primeira colaboração exige outros, porque localiza tecnologias digitais como outros instrumentos a serviço de um projeto pedagógico emancipatório. É acima de toda a atividade e as relações dos atores a esses instrumentos que estudaram, através de uma exigência de reflexão pedagógica e didática sobre as práticas, incluídas em contextos institucionais e sociais mutacionais. Propor uma análise das várias abordagens de pesquisa para a pedagogia é a minha maneira de continuar nossas trocas científicas, além do invisível.

3Tength no campo de pesquisa em ciências da educação tomando a pedagogia para objeto, eu vim para distinguir Quatro tipos de pesquisa atualmente praticados: pesquisa “sobre” pedagogias e pedagogos; pesquisa “por” pedagogos; Pesquisa “para” pedagogos e pesquisa “com” pedagogos. Nesta apresentação, vou falar sobre pesquisas “para”, e mais, pesquisa “com”.

4a pesquisa “O trabalho” principalmente cobertura “é da responsabilidade da filosofia da educação e da história do pedagógico Doutrinas “(Hugon, 2006, 421),” a análise do discurso de ensino (os logotipos do pedagogo) “(Marchive, 2008, 87). Eles também dizem respeito à pesquisa “que se enquadram no estudo das práticas de ensino (a práxis do professor)” (marchive, ibid., 87). Estas são pesquisas acadêmicas, no sentido de que “a ruptura com a prática é uma necessidade epistemológica” (ibid., 16).

5a pesquisa “por” corresponde a uma tradição sempre perene, transportada por pedagógenos que reivindicam suas Autonomia Vis-à-Vis Academia.

  • 1 Assim, a formação de praticantes é explícita em pesquisa colaborativa (Desgagne, 1997).

6 A pesquisa “para” cobrir buscas contextualizadas e socialmente úteis, com uma “meta transformadora praxológica a serviço da resolução de problemas” (Marcel, 2016a, 225). Esta pesquisa tem várias formas de acompanhamento de acordo com os autores (ajuda, conselho, dinâmica de engajamento), que ou não levam às ações de treinamento individuais dos profissionais1.

  • 2, no entanto, denunciar Reuter (2007); Hugon e Viaud (2015).
  • 3 A primeira pesquisa desse tipo seria a pesquisa na pedagogia acadêmica de Corey (19 (…)
  • 4 pensamos em particular em Cresaps (centro da pesquisa de educação especial e adaptação (…)

7a busca “com” AIM para o estudo do funcionamento concreto e atual das diferentes escolas e pedagogias, que permanece marginal2. Há, no entanto, uma pesquisa de ação na pedagogia, da qual Ann Lieberman (1986) coloca as origens na década de 1940. Na França, está ligada ao Instituto Nacional de Pesquisa Pedagógica (NPRI), onde diferentes equipes praticam A partir da década de 1970.

  • 5 Como mostrado pelo breve panorama histórico internacional escrito por Bruno Bourassa, Chantal Lecler (…)

8ces Formas de pesquisa – “Por” e “com” – estão atualmente experimentando interesse renovado no campo educacional, como no Canadá e na França (Bourassa e Boudjaoui, 2012; Os pesquisadores ignorantes de 2015). Algumas denominações cobrem práticas genéricas: pesquisa “com” com “(Lieberman, 1986), pesquisas” ao ar livre “(Callon, Lascoumes e Barte, 2001), pesquisa participativa (Anadón, 2007), parceria ou pesquisa colaborativa. Outros referem-se a abordagens metodológicas mais estabilizadas, embora as fronteiras entre eles permaneçam porosas. A lista de denominações não é exaustiva5.

Que implementação para quais fins (políticas)?

  • 6 escolar escola escola, de acordo com o modelo de pesquisa colaborativa.
  • 7 Organização para cooperação e desenvolvimento econômico (2003).Para novos modelos de GEE (…)

9selon isabelle Vinatier e Joëlle Mastrissette (2015), “Nos Estados Unidos e Canadá, a pesquisa colaborativa, são explicitamente listadas explicitamente como modelos no colaborativo Universidades escolares de pesquisa Model6 (Carro) que destacam uma comunidade de aprendizagem interprofissional necessária (pesquisadores, treinadores, professores e alunos) para ajudar iniciantes a construir seu profissional “(p. 139). Na Europa, eles são “altamente recomendados até 2020 para o compartilhamento de habilidades dos atores no mesmo projeto de pesquisa e inovação” (página 140). Na França, eles também podem ser articulados com a reflexão que começa em torno de escolas consideradas como organizações de aprendizagem7 “(ibid.).

10A Além do interesse desta pesquisa, as questões das condições de sua implementação e seus propósitos são solicitados: De acordo com o (s) Quadro (s) institucional (s) e o serviço de que lógica (s) política (s) política (s), econômicos, educacionais (s) eles são ordenados? Vinatier e Morissette (2015) Ponto desenvolvimentos semelhantes na França, Estados Unidos e Canadá: “risco” risco em detrimento de contextualização e conceituação de relacionamentos entre os tópicos profissionais e ambientes em que ambientes em que ambientes em que trabalham “(p .148); “Quest por solução de um problema social (o bem-estar na escola, abandono escolar, etc.)” ou “mais diretamente, conquista de lucro sob a estratégia de Lisboa (2000) que, sob o nome” economia de conhecimento “ambíguo, visa Para submeter a produção de conhecimento na demanda do mercado “(ibid., 155-156) em detrimento do poder de agir professores e alunos.

Elementos de análise de alguns modelos de pesquisa em colaboração

11 A denominação da “pesquisa colaborativa” é um tipo de educação na educação desenvolvida no continente americano. Com base em três ideias orientadoras, segundo Serge Desgagné (1997), que é a principal figura em Quebec: “Co-construção, produção de conhecimento e desenvolvimento profissional de profissionais, reconstrução entre pesquisa e comunidade prática” (p. 371). No nível epistemológico, o conhecimento profissional dos professores no contexto e sua compreensão das situações são levados em conta. Por outro lado, uma intenção explícita de treinamento é exibida.

a intervenção de pesquisa

12selon dominique fablet (2004), “a intervenção é geralmente distinta da pesquisa, pois um alvo de mudança prevalece sobre um alvo da intervenção do conhecimento L difere do Treinamento na medida em que as dimensões coletivas provam estar mais grávidas, a mudança diz respeito aos assuntos, mas também as estruturas organizacionais em que são levadas a evoluir “(ibid., p. 4 -5).

13Jean-François Marcel (2016a, 2016b) Hoje retoma em sua conta de pesquisa-intervenção nas ciências da educação. Quer torná-lo um termo genérico que possa acomodar outros semelhantes ao plano epistemológico, articulando alvos acadêmicos (busca “ON”) e transformador (busca “por”). É, de acordo com ele, uma questão para o futuro das ciências da educação, através de sua capacidade de fornecer respostas às demandas sociais. Mas, priorizando os objetivos acadêmicos e transformadores, não o autor menor a dimensão “com”? Não atribui uma forma de recuperação pela pesquisa acadêmica de práticas que podem ser iniciadas por terra, onde os profissionais foram considerados assuntos ativos?

Pesquisa de ação, L Análise institucional

  • 8 Sébastien Pesce qualifica para “pesquisa de treinamento de ação” uma prática esperando pelos efeitos de fo (…)

14un primeiro ponto distingue a pesquisa-ação de Pesquisa colaborativa e pesquisa-intervenção. Aconselha o objetivo de transformação de práticas por dispositivos de pesquisa coletiva, sem intenção explícita ou ação específica de treinamento individual de praticantes. Se for treinamento, é uma consequência do processo de pesquisa8.

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  • 9 Além da questão do treinamento, distinguir a pesquisa de ação e a pesquisa-intervenção (… )
  • 15º ponto distingue mais especificamente a pesquisa-ação de pesquisa colaborativa9. A ação de pesquisa vincula de perto as condições e modalidades de colaboração aos dispositivos implementados.Pesquisadores fornecem cuidados especiais, incluindo a análise clínica e institucional, duas abordagens que, nos anos 90, têm densificado a metodologia e ferramentas conceituais.

    • 10 A análise do Implicações de pesquisa torna-se um acordor da ciência deste tipo de reche (…)
    • 11 é o objeto da intervenção socialística.

    16selon jacques ardoino (1989 ), a clínica “quer apreender o sujeito (individual e / ou coletivo) através de um sistema de relacionamento, constituído em um dispositivo, isto é, em que o praticante ou o pesquisador, como seus parceiros, são efetivamente reconhecidos, É para atingir a evolução, o desenvolvimento, a transformação de tal assunto ou a produção de conhecimento, em si como para ele ou para nós “(p.65). Aqui, a noção de assunto é fundamental. Embora a pesquisa colaborativa dá ao sujeito social um papel como ator no sentido sociológico, a pesquisa de ação visa ser um assunto que é permitido, no sentido de psicossociologia (ArdoIopo, 2000). Além disso, considera explicitamente as relações evolutivas dos sujeitos às instituições, ou seja, suas respectivas implicações10, trabalhadas em esquemas coletivos artificiais propostos pelos pesquisadores para promover a análise com os profissionais16. O fato de que esses dispositivos se desdobrarem na duração possibilitam inserir os possíveis efeitos de transformação. Aqui, os conceitos de instituição e envolvimento vêm da análise institucional. O dispositivo colocado no lugar pelo pesquisador “Resistências diferentes ativas disponíveis como analisadores” (Monceau, 2003, p.17). Estes analisadores – que Loururau (1970) também nomeia os eventos negativos – são “eventos, situações, objetos ou indivíduos que cristalizam as contradições institucionais” (Monceau, 2016, 212).

    para um ” Pesquisa de ação de pedagogia “

    17 para estudar” diferentes “pedagogias, cooperativas, instituições atualmente praticadas, apoio uma postura de busca” com “, que se refere ao referencial teórico de análise e à metodologia do Sócio Institucional -Clínico (Monceau, 2003, 2009, 2016), bem como multirferencialidade (Ardoino, 1980, 1993).

    18par “Pesquisa de pedagogia”, ouço:

    • Escolhas epistemológicas: a recusa da teoria / cortes práticos, pensamento / ação, sujeito / objeto tem a conseqüência de considerar todos os atores como codificadores e co-produtores de conhecimento

    • Estas declarações têm conseqüências metodológicas. O conhecimento do conhecimento dos profissionais envolve colaboração com os pesquisadores que não estão na posição de externalidade em comparação com o objeto da pesquisa. A partir de pedidos e questões profissionais identificadas pela análise dos profissionais e os desenvolve com eles (essas solicitações e problemas estão evoluindo) para fazer problemas de pesquisa de acordo com esse tipo de abordagem (perguntas, premissas, coleta e análise de dados, resultados …).

    • então propõe aos praticantes um dispositivo de trabalho comum, uma metodologia especificando a temporalidade, as modalidades e condições da colaboração. Um dos tempos característicos é a restituição, onde as reações dos praticantes para os resultados resultantes da co-produção de conhecimento e podem alimentar mudanças. Não podemos realmente falar sobre pesquisa de ação apenas se esses momentos de co-produção de conhecimento existirem.

    conclusão

    19sans que pratica uma “pesquisa de pedagogia “No sentido de que ouço, um diálogo frutífero estava envolvido com François Villemôneix, por um lado, porque ele dirigia uma pesquisa abrangente, em coletivas, visando uma transformação de práticas; Por outro lado, porque suas análises apreenderam situações de acordo com diferentes níveis de complexidade (assuntos, práticas de classe, organização, discurso institucional …) e uma certa multirferência disciplinar. O livro (Villemonteix, 2016) que propôs – dedicado à análise dos discursos e práticas de professores da escola primária usando tablets, mas também aos discursos de inspetores sobre essas práticas – leste de um testemunho eloqüente.

    20en imaginando se estas práticas instrumentadas ajudam a chamar as práticas legítimas, François Villemonteix (2016) questionam formas escolares e relatórios para o conhecimento prévio. As questões de professores que usam tablets podem se juntar àqueles de pedagogos escolares “diferentes”, mesmo que suas práticas sejam dependentes da primeira práticas anteriores.Suas conclusões sobre os efeitos dos usos de tablets demonstram uma preocupação pedagógica, sempre contextualizada. Assim explica, a complexificação do sistema de instrumentos requer que os professores adaptem seus gestos profissionais. Observa também transformações em termos de engenharia pedagógica (preparação do ambiente de trabalho, desenvolvimento e disseminação de recursos para fazer a aula). Finalmente, mostra a necessidade de um mestrado por professores de certos aspectos relacionados a essas tecnologias. Quanto à sua análise dos discursos dos inspetores, destaca os desvios com as práticas observadas, com, no entanto, uma consciência da necessidade de adaptar os gestos profissionais e a pedagogia dos professores a essas ferramentas. Esses breves exemplos demonstram, parece-me, todo o interesse de sua pesquisa para as ciências da educação, considerando também as tecnologias digitais, como analisadores de contradição em vários níveis.

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